Um percurso por Um ano correlouco
Um ano correndo todos os dias
Em Um ano correlouco, Alexandre Chumovitch conta como resolveu correr todos os dias e observou as mudanças na própria vida. Aqui você acompanha a história pelos capítulos principais, da primeira decisão à maratona e ao balanço do ano.
É a experiência pessoal de um corredor amador, não um programa de treino nem uma recomendação médica.
Como tudo começou
Antes do desafio, vieram as primeiras corridas e a vontade de mudar alguma coisa. No começo do livro, o autor apresenta sua história e conta aonde chegou. É um bom ponto de partida para quem ainda não leu.
O começo: as primeiras corridas
365 dias e o primeiro mês
Janeiro traz a decisão de correr todos os dias e as perguntas sobre regularidade, treinadores e aplicativos. O autor conta como tentou encaixar a corrida no cotidiano. É a história de uma experiência pessoal, não uma rotina universal de esforço.
Quando é inverno lá fora
A história continua mesmo quando o tempo não ajuda. Em fevereiro, entram as corridas de inverno, a escolha do horário, a esteira, a música e os vídeos. Os detalhes do cotidiano têm tanto espaço quanto os quilômetros.
Das corridas diárias à maratona
O capítulo de setembro leva à grande prova: inscrição, últimos dias antes da largada, preparação e a própria distância. Uma longa sequência de treinos comuns se transforma num grande acontecimento.
O que ficou depois de um ano
A chegada da maratona não encerra o livro. Ainda vêm o outono, os meses de inverno e os planos novos. Em “Ano-Novo”, o autor olha para o caminho percorrido e pensa no que fazer a seguir.
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